SINDVIGILÂNCIA OSASCO, REGIÃO E VALE DO RIBEIRA consegue liminar em favor de 32 vigilantes do Vale do Ribeira que trabalhavam para empresa SESVI e Banco Bradesco

SINDVIGILÂNCIA OSASCO, REGIÃO E VALE DO RIBEIRA consegue liminar em favor de 32 vigilantes do Vale do Ribeira que trabalhavam para empresa SESVI e Banco Bradesco

O Sindicato dos Vigilantes de Osasco entrou com a Ação Coletiva contra a Empresa SESVI e Banco Bradesco, em razão da dispensa imotivada de 32 vigilantes que trabalhavam nas agências bancárias do Banco Bradesco no Vale do Ribeira.
A situação se deu em razão da empresa promover a dispensa dos trabalhadores e simplesmente não fazer o pagamento das verbas rescisórias, dentre as quais a multa do FGTS de 40%, alegando falta de condições.

Embora o trabalhador quisesse apenas a homologação da Rescisão Contratual, se assim o sindicato fizesse, estaria sendo conivente com os erros cometidos pela empresa SESVI, o que tem se tornado uma prática das empresas de segurança, e sendo contra tais atitudes, o Sindicato jamais admitiria unicamente a liberação do FGTS ao trabalhador.

No Vale do Ribeira têm vigilantes com 20 anos de trabalho na empresa SESVI e, ao perder o posto de serviço, a empresa simplesmente se omitiu nas suas responsabilidades para garantir os pagamentos dos direitos dos vigilantes que se dedicaram para cumprir o contrato de trabalho.

Diante desse cenário, não tivemos alternativa senão propor uma ação coletiva EM NOME DO SINDICATO, representando os vigilantes da empresa SESVI no Vale do Ribeira, afirma a diretoria.
A AÇÃO Coletiva foi distribuída na ultima semana e na sexta-feira, 26/04, tivemos a decisão judicial para que os trabalhadores tenham acesso ao saldo de FGTS disponível na conta vinculada do trabalhador e, para aqueles que não foram admitidos pela empresa que assumiu o posto de trabalho, também servirá para acesso ao Seguro Desemprego.

O processo continuará inclusive com o pedido de responsabilidade subsidiária do Banco Bradesco.

SINDVIGILÂNCIA OSASCO, na luta em favor da manutenção dos direitos dos trabalhadores.

Desemprego recua, mas atinge 12,9 milhões de brasileiros

Dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

Foto: Divulgação

O número de brasileiros desempregados caiu para 12,3%, mas ainda atinge 12,9 milhões de brasileiros, de acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral), divulgada nesta quinta-feira (30), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No primeiro trimestre, o Brasil possuía 13,4 milhões de desempregados. O recorde, no entanto, foi registrado pela Pnad em abril de 2017, quando 14 milhões de brasileiros estavam sem emprego.

Com isso, a taxa de desocupação (12,3%) registrada no trimestre de maio a julho de 2018 registrou queda de 0,6% em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%). Comparado ao mesmo trimestre de 2017 (12,8%), também teve uma queda.

Ainda de acordo com os dados, a queda do desemprego está sendo puxada pela geração de postos informais.

O estudo mostra que a taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,5 % no trimestre encerrado em julho. Isso quer dizer que ainda falta trabalho para 27,6 milhões no país. O número apresentou estabilidade em relação ao timestre de fevereiro a abril de 2018, quando a subutilização foi estimada em 27,5 milhões de pessoas. No mesmo trimestre do ano anterior, porém, havia 26,6 milhões de pessoas subutilizadas, o que representa um adicional de 913 mil pessoas.

O número de pessoas subocupadas por insuficiência de horas subiu no trimestre de maio a julho de 2018 e registrou 6,6 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, teve uma alta de 9,3%, o que representa um aumento de 560 mil pessoas subocupadas.

Os desalentados, aquelas pessoas que desistiram de procurar emprego, somam a quantia de 4,818 milhões de pessoas. O número manteve-se estável em relação ao trimestre anterior. Porém, apresentou uma alta de 17,8% em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando existia 4,090 milhões de pessoas desalentadas no Brasil.

Força de trabalho

A força de trabalho, que conta com pessoas ocupadas e desocupadas, foi estimada em 104,5 milhões de pessoas no trimestre analisado. Com isso, apresentou uma alta de 383 mil pessoas (0,4%) em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril). O número também cresceu em comparação ao mesmo trimestre de 2017: 0,5% (acréscimo de 525 mil pessoas).

O número de pessoas fora da força de trabalho no trimestre de maio a julho deste ano foi de 65,5 milhões de pessoas. Já o contingente de pessoas ocupadas foi estimado em 91,7 milhões.

Ainda de acordo com os dados divulgados, o número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada é de 33 milhões de pessoas. Já a categoria de trabalhadores por conta própria registrou 23,1 milhões de pessoas.

Rendimento

O rendimento médio real habitual dos brasileiros foi estimado em R$ 2 205 no trimestre de maio a julho de 2018 e manteve estabilidade em ambas as comparações.

Fonte: R7

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