Outubro Rosa: Luta contra o câncer de mama!

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é um tumor causado pela multiplicação de células anormais da mama, existem vários tipos da doença com níveis diferentes de desenvolvimento, alguns deles mais rápido enquanto outros são mais lentos.

Existe tratamento para o câncer de mama, e o Ministério da Saúde oferece atendimento por meio do Sistema Único de Saúde, o SUS.

A prevenção

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

  • Praticar atividade física regularmente;
  • Alimentar-se de forma saudável;
  • Manter o peso corporal adequado;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Amamentar

Sinais e sintomas 

É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), sem técnica específica, valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias.
Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

  • Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • Alterações no bico do peito (mamilo);
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido dos mamilos

As mulheres devem procurar imediatamente um serviço para avaliação diagnóstica ao identificarem alterações persistentes nas mamas. No entanto, tais alterações podem não ser câncer de mama.

Detecção Precoce

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Todas as mulheres, independentemente da idade, podem conhecer seu corpo para saber o que é e o que não é normal em suas mamas. A maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres.

Além de estar atenta ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.

Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas.

Mulheres com risco elevado para câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco para decidir a conduta a ser adotada.

Mamografia de rastreamento e mamografia diagnóstica: qual a diferença?

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde – assim como a da Organização Mundial da Saúde e a de outros países – é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres de 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos.

A mamografia de rastreamento pode ajudar a reduzir a mortalidade por câncer de mama, mas também expõe a mulher a alguns riscos. Conheça os principais benefícios e riscos desse exame:

Benefícios:

  • Encontrar o câncer no início e permitir um tratamento menos agressivo.
  • Menor chance de a paciente morrer por câncer de mama, em função do tratamento precoce.

Riscos:

  • Suspeita de câncer de mama. Isso requer outros exames, sem que se confirme a doença. Esse alarme falso (resultado falso positivo) gera ansiedade e estresse.
  • Câncer existente, mas resultado normal (resultado falso negativo). Esse erro gera falsa segurança à mulher.
  • Ser diagnosticada e submetida a tratamento, com cirurgia (retirada parcial ou total da mama), quimioterapia e/ou radioterapia, de um câncer que não ameaçaria a vida. Isso ocorre em virtude do crescimento lento de certos tipos de câncer de mama
  • Exposição aos Raios X. Raramente causa câncer, mas há um discreto aumento do risco quanto mais frequente é a exposição.

Mamografia diagnóstica

A mamografia diagnóstica, assim como outros exames complementares com finalidade de investigação de lesões suspeitas da mama, pode ser solicitada em qualquer idade, a critério médico. Ainda assim, a mamografia diagnóstica geralmente não é solicitada em mulheres jovens, pois nessa idade as mamas são mais densas, e o exame apresenta muitos resultados incorretos.

O SUS oferece exame de mamografia para todas as idades, quando há indicação médica.

Saiba mais em Cartilha Câncer de Mama: vamos falar sobre isso?

Fonte: INCA – http://www.inca.gov.br/outubro-rosa/deteccao-precoce.asp

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Criminoso que sequestrou parentes de vigilantes de carros-fortes é preso em São Paulo

Bandidos investigam a vida particular do vigilante.  Precisamos da extensão do porte de arma pelo direito de se defender após o expediente

Ações violentas contra os vigilantes após o expediente, familiares e amigos deixam rastros de sangue, mortes e feridos no Brasil. Em São Paulo, a polícia prendeu um homem de uma quadrilha que sequestrava parentes de vigilantes na última quarta-feira (12/09). A quadrilha exigia os malotes em troca de não matar os familiares.

“Logo pela manhã eles iam na casa de funcionário de empresas de transporte de valores. Eram bastante agressivos, principalmente na abordagem e ameaçavam os familiares enquanto esse resgate não fosse pago”, contou o delegado da  DEIC  – Departamento Estadual De Investigações Criminais em entrevista, relatando também que já entravam na casa armados, amarravam a família e só com o pagamento que eram  libertados.

Para acabar com estes massacres, a CONTRASP luta pela extensão do porte de arma aos vigilantes, habilitados e capacitados, em defesa da vida do trabalhador e de seus familiares. Pelo “Dever de proteger. Direito de se proteger”, reacendemos a nossa Campanha Nacional pelo porte de arma após o expediente e contamos com o apoio, união e divulgação de todos. Essa luta é nossa!

 

*Com informações do SBT

Fonte: CONTRASP – http://contrasp.org.br/noticia/criminoso-que-sequestrou-parentes-de-vigilantes-de-carros-fortes-e-preso-em-sao-paulo

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Pesquisa revela crescimento de 53% no número de ataques contra o transporte de valores

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Desemprego entre chefes de família causa crises familiares e separações

Aumento do desemprego entre chefes de família tem provocado depressão, separações e crises familiares, diz psicanalista. Christian Dunker explica como lidar com o drama que afeta milhares de trabalhadores

O aumento do desemprego de chefes de família, em especial os provedores, homens que pagam as contas e sempre decidiram tudo sozinhos, pode provocar depressão, muito sofrimento e, em alguns casos, crises familiares que terminam até em separação.

A reportagem é do Portal CUT.

Em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o percentual de desempregados chefes de famílias, homens e mulheres, atingiu 22,7% dos trabalhadores e trabalhadoras com idades entre 40 e 59 anos. No total,  27,6 milhões de brasileiros sofriam com a falta de postos de trabalho no país (12,9 milhões estavam desempregados); 6,6 milhões subocupados (pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais); e, 8,1 milhões poderiam trabalhar, mas não trabalham (força de trabalho potencial). Este grupo inclui os 4,8 milhões de desalentados (que desistiram de procurar emprego) e outras 3,3 milhões de pessoas que podem trabalhar, mas que não têm disponibilidade por algum motivo, como mulheres que deixam o emprego para cuidar dos filhos.

A situação de desesperança desse exército de desempregados, subocupados ou desalentados é preocupante, disse em entrevista ao Portal CUT o psicanalista e professor da USP, Christian Dunker, que elaborou uma série de dicas de como lidar com o desemprego (veja abaixo), ao constatar o drama dos trabalhadores em seu consultório.

“Me espanta que se fale tão pouco sobre como a perda do emprego acaba em dissolução de casais, pois pega muita gente desprevenida”, disse.

Segundo o professor, “é importante o período de luto, ficar triste, ficar com raiva e dividir com outros sua tristeza. É o mesmo que ir a um velório, a gente enterra, se despede da pessoa. Com o desemprego é o mesmo e as pessoas acabam pulando esse momento.”

O drama dos chefes de família

E não é difícil encontrar chefes de família separados de suas mulheres e familiares, enfrentando ações na Justiça porque não conseguem mais pagar a pensão para os filhos. E todo dia lá estão eles nos postos de intermediação de mão de obra, na busca desesperada por uma nova oportunidade no mercado de trabalho.

Este é o caso do baiano de Salvador, Ivan Freitas, 53 anos, que está há pouco mais de um mês na capital paulista à procura de emprego de vigilante. Separado, Ivan mora de favor na casa de amigos e sua situação econômica só não é pior porque a filha de 16 anos está sob os cuidados de familiares, e por isso não está pagando pensão.

“Meu sonho é conseguir um trabalho para poder alugar uma casa, prosseguir com minha vida. Mas tem dias que bate um desespero que olho pro céu e só rezo pra continuar andando”, diz.

Ivan, como muitos, reclama da dificuldade em conseguir uma vaga de trabalho, que muitas vezes lhe é negada por causa da idade.

“No Brasil, se você tem de 18 a 25 anos é muito novo para trabalhar, se tem mais de 35 é novo para se aposentar e velho para trabalhar”, critica.

Situação semelhante passa o porteiro aposentado Victor Benedito de Andrade, de 57 anos. Vivendo somente de bicos, ele diz que precisa trabalhar com urgência porque uma filha de 20 anos o processou para receber a pensão que deixou de pagar.

“Paguei pensão direitinho durante 18 anos, mas ela me cobra mais de mil reais por mês e minha aposentadoria é de R$ 1.600 e o aluguel é R$ 800. Estou sobrevivendo com a ajuda de outros filhos”, lamenta.

Já o eletricista William de Castro, de 49 anos, está há cinco anos sem registro em carteira de trabalho. Também separado com filhos de 18 e quatro anos, diz estar sem esperança, principalmente depois da reforma Trabalhista que, segundo ele, complicou ainda mais a vida do trabalhador, que só tem perdas e nenhuma vantagem.

“Viver de bicos é como jogar uma gota de água num prato quente de areia, ela se evapora. Eu estou deixando de comer para pagar aluguel“, conta desolado o eletricista.

Como lidar com o desemprego

Histórias semelhantes levaram o psicanalista Christan  Dunker a pensar em maneiras de ajudar os chefes de família a lidar com o desemprego, mantendo a saúde mental e a unidade familiar.

Segundo ele, após viver o período de luto, de ficar triste, ficar com raiva e dividir com outros sua tristeza é preciso fazer contas, elaborar um planejamento financeiro metódico com calma e não na primeira semana de desemprego, respondendo a perguntas como quais são os custos para se manter, por quanto tempo pode-se gastar dinheiro, quanto pode investir num curso e em processos de recolocação profissional? É importante também levantar quanto vale o carro, a casa, quais as dívidas a pagar para o caso do período de desemprego se prolongar e a pessoa precisar se desfazer de algum bem.

O psicanalista conta que vê em seu consultório desempregados que “não querem olhar para o dinheiro,  fazer contas, saber quais são seus custos”.

“É preciso fazer isso de cabeça fria e não de forma reativa, com medo de morrer de fome – ficar com raiva não resolve”, alerta Dunker.

Outra atitude a ser tomada de forma metódica e pensada, segundo o psicanalista, é voltar a estudar, se reciclar.

“A vida no trabalho tira a relação com o estudo, com novas e antigas relações pessoais. É preciso planejar e investir. Não é entrar no primeiro curso que ver, é reconexão social”, avalia.

E por fim, é preciso ampliar a rede social. Não ter vergonha de estar desempregado, contar para as pessoas que está sem trabalho.

“É preciso entrar na internet, abrir o seu Linkedin, ver o que os outros fazem nas redes sociais. Redescobrir antigos amigos, pessoas significativas da sua vida”, aconselha o professor da USP.

Desemprego causa depressão e crises familiares

O psicanalista Christan  Dunker explica que, historicamente, o que se espera de um pai de família é que ele seja o provedor, traga mais dinheiro do que a esposa, mesmo que ela trabalhe. Com o desemprego, o pai de família se sente desvalorizado, começa a se achar menos viril e, isso é corroborado pela mulher, que não o vê mais como o provedor da casa.

“O desemprego tem muitas vezes o efeito de destruir e rebaixar a possibilidade de se desejar esse homem, que se torna aos olhos da mulher, menos admirado e desejável. Assim, se corrompe essa função que foi construída historicamente pelo patriarcado”, explica o professor da USP.

Para evitar a dissolução de casamentos e da vida social, o psicanalista aconselha que o homem se mostre ainda mais engajado nas coisas que está fazendo, como estudar ainda mais, demonstrar que está buscando uma renda suplementar e batalhando muito para conseguir um novo emprego.

“Ele precisa se apresentar como um homem ‘desejante’ e não apenas como aquele que foi desprezado e recusado pelo patrão. Infelizmente, acontece o oposto, pois com forte pressão o homem se sente ainda mais frágil”, diz o psicanalista.

“É preciso se reinventar como casal. Às vezes o desemprego destrói o casal ou constrói uma relação muito melhor. Depende da humildade, de se renunciar àquela forma de vida,” diz Dunker.

De acordo com o psicanalista, o desemprego afeta mais as relações familiares em que o homem sempre decidiu e pagou tudo sozinho e, quando ele perde o emprego, sua autoridade desmorona.

“Uma relação construída a partir de quem tem o dinheiro tem a autoridade será perdida, e para muitos homens é insuportável. Ele não consegue ser homem nessa situação. A coisa mais importante é aprender não no sentido da humilhação e do sofrimento, isso só emburrece a gente”, analisa.

O sentimento de derrota do pai de família ainda piora quando ele tem filhos adolescentes.

“Os momentos mais críticos são no início da puberdade, em que os filhos confrontam os pais ‘ você não sabe tudo’, e o filho descobre que o pai não é mais o super herói”.

Golpe de 2016 aumentou crises familiares

Segundo o psicanalista Christian Dunker, no início da crise econômica, logo após o golpe de 2016, as relações familiares, especialmente da classe média, não foram muito afetadas. Mas, depois de algum tempo com as pessoas indo de um emprego a outro, de forma precarizada e, agora, desempregadas, os relacionamentos familiares têm se deteriorado.

“Muitos dos meus pacientes mudaram de casa, e agora não têm como pagar o cartão de crédito, o colégio das crianças. A crise chegou para a classe média e a classe média alta”, conta o psicanalista.

Fonte: http://spbancarios.com.br/09/2018/desemprego-entre-chefes-de-familia-causa-crises-familiares-e-separacoes

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Vigilante encontra documento que escapou do incêndio no Museu Nacional, na zona norte do Rio

Um vigilante, 29 anos, recuperou um documento que escapou do incêndio ocorrido no último domingo (02/09) no Museu Nacional, na zona norte do Rio de Janeiro. O profissional da região Quinta da Boa Vista, parque onde fica o Museu, encontrou o documento parcialmente queimado, a cerca de 200 metros do local.

O vigilante entregou o documento na manhã desta terça-feira (04/09) aos técnicos do Museu, que foi levado junto de outras obras encontradas nos escombros. A Polícia Federal determinou que nada seja manuseado até o fim da perícia.

Ao que indica, o documento pertenceria à biblioteca de antropologia, que foi totalmente destruída. A CONTRASP parabeniza o guerreiro pela ação, e todos os vigilantes que exercem a profissão de risco atuando diariamente como heróis anônimos.

Fonte: Bom Dia CONTRASP – http://contrasp.org.br/noticia/vigilante-encontra-documento-que-escapou-do-incendio-no-museu-nacional-na-zona-norte-do-rio

*Com informações da Folha de S.Paulo

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MT: Vigilante reage e evita roubo em concessionária

Dois bandidos invadiram uma concessionária de veículos, nesta terça-feira (28/08), em Várzea Grande (MT). No mesmo instante, o vigilante reagiu, atirou contra os assaltantes, que fugiram.

A CONTRASP parabeniza a ação do guerreiro, garantindo a segurança do local, e de todos os vigilantes que exercem a profissão de risco atuando diariamente como heróis anônimos.

Fonte: Bom Dia CONTRASP – http://contrasp.org.br/noticia/mt-vigilante-reage-e-evita-roubo-em-concessionaria

*Com informações do Mídia News

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Desemprego recua, mas atinge 12,9 milhões de brasileiros

Dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

Foto: Divulgação

O número de brasileiros desempregados caiu para 12,3%, mas ainda atinge 12,9 milhões de brasileiros, de acordo com a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral), divulgada nesta quinta-feira (30), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No primeiro trimestre, o Brasil possuía 13,4 milhões de desempregados. O recorde, no entanto, foi registrado pela Pnad em abril de 2017, quando 14 milhões de brasileiros estavam sem emprego.

Com isso, a taxa de desocupação (12,3%) registrada no trimestre de maio a julho de 2018 registrou queda de 0,6% em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%). Comparado ao mesmo trimestre de 2017 (12,8%), também teve uma queda.

Ainda de acordo com os dados, a queda do desemprego está sendo puxada pela geração de postos informais.

O estudo mostra que a taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,5 % no trimestre encerrado em julho. Isso quer dizer que ainda falta trabalho para 27,6 milhões no país. O número apresentou estabilidade em relação ao timestre de fevereiro a abril de 2018, quando a subutilização foi estimada em 27,5 milhões de pessoas. No mesmo trimestre do ano anterior, porém, havia 26,6 milhões de pessoas subutilizadas, o que representa um adicional de 913 mil pessoas.

O número de pessoas subocupadas por insuficiência de horas subiu no trimestre de maio a julho de 2018 e registrou 6,6 milhões de pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, teve uma alta de 9,3%, o que representa um aumento de 560 mil pessoas subocupadas.

Os desalentados, aquelas pessoas que desistiram de procurar emprego, somam a quantia de 4,818 milhões de pessoas. O número manteve-se estável em relação ao trimestre anterior. Porém, apresentou uma alta de 17,8% em relação ao mesmo trimestre de 2017, quando existia 4,090 milhões de pessoas desalentadas no Brasil.

Força de trabalho

A força de trabalho, que conta com pessoas ocupadas e desocupadas, foi estimada em 104,5 milhões de pessoas no trimestre analisado. Com isso, apresentou uma alta de 383 mil pessoas (0,4%) em relação ao trimestre anterior (fevereiro a abril). O número também cresceu em comparação ao mesmo trimestre de 2017: 0,5% (acréscimo de 525 mil pessoas).

O número de pessoas fora da força de trabalho no trimestre de maio a julho deste ano foi de 65,5 milhões de pessoas. Já o contingente de pessoas ocupadas foi estimado em 91,7 milhões.

Ainda de acordo com os dados divulgados, o número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada é de 33 milhões de pessoas. Já a categoria de trabalhadores por conta própria registrou 23,1 milhões de pessoas.

Rendimento

O rendimento médio real habitual dos brasileiros foi estimado em R$ 2 205 no trimestre de maio a julho de 2018 e manteve estabilidade em ambas as comparações.

Fonte: R7

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INSS começa a pagar 13º dos aposentados nesta segunda

Os aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começarão a receber nesta segunda-feira (27) a primeira parcela do 13º salário.
O pagamento vai até o dia 10 de setembro e varia conforme o valor do benefício do segurado e o número final do cartão, sem o dígito. Quem ganha até um salário mínimo (R$ 954 hoje) terá o dinheiro depositado na conta entre amanhã e o dia 10 de setembro. Já quem recebe benefício maior terá o pagamento feito entre os dias 3 e 10 de setembro.
A consulta ao extrato com os valores foi liberada na quinta-feira e pode ser feita no site meu.inss.gov.br.
Para isso, é preciso ter senha. O cadastro é rápido e o aposentado poderá conferir logo em seguida quanto irá sacar de abono de Natal.
O extrato trará diversas informações sobre o pagamento. Será informada a competência, que é o mês a que se refere o pagamento. Neste caso, está sendo paga a competência oito, referente a agosto. Há também a previsão de data em que os valores cairão na conta.
O documento informa ainda ao segurado o valor líquido neste mês, somando o benefício e o 13º salário.
Em alguns casos, estará indicado o código 137, mostrando que o instituto fez um arredondamento do valor final a ser pago.
Se o aposentado tem mais de 65 anos, o extrato dele também aponta o código 303, indicando a parcela isenta do Imposto de Renda, que faz com que esse segurado pague menos IR.
A primeira parcela do 13º deve ser exatamente igual à metade do benefício mensal para quem já estava aposentado no início deste ano ou antes. Para quem começou a receber um benefício do INSS depois, a partir de fevereiro, por exemplo, o dinheiro liberado é proporcional.
A segunda parcela do abono de Natal será paga entre o fim de novembro e o início de dezembro. Nela, haverá a cobrança do Imposto de Renda, no caso de quem é obrigado por lei a pagar o IR.
O adiantamento da primeira parcela do 13º do INSS ocorre desde 2006, após acordo do governo com os sindicatos de trabalhadores, mas, para o benefício sair, depende de decreto anual.
Fonte: Força Sindical – http://fsindical.org.br/imprensa/inss-comeca-a-pagar-13o-dos-aposentados-nesta-segunda
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